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ESCLEROTERAPIA

Tratamento de microvarizes e telangectasias com escleroterapia

A escleroterapia é um tratamento que visa diminuir as telangiectasias e as microvarizes. As primeiras apresentam-se como as dilatações de capilares, artérias ou veias menores do que dois (2) mm de calibre. Têm disposição linear e sinuosa, podendo formar emaranhados ou ter aspecto aracneiforme ou retiforme (fomato de rede). Já as segundas são pequenos vasos dilatados, tortuosos, situados abaixo da pele, na gordura dos membros inferiores. Têm dimensões entre dois (2) e cinco (5) mm, com calibre intermediário entre as varizes e as telangiectasias.

Ambas são causadas devido à dificuldade que o sangue tem de voltar para o coração por causa da má formação de algumas veias. Isso faz com que a pressão nestas áreas aumente, dilatando os vasos e formando as microvarizes ou as telangiectasias.

Outros fatores, como obesidade, traumas, permanecer muito tempo em pé ou sentado com as pernas cruzadas, gravidez e uso de hormônios femininos que contém estrógeno podem predispor o aparecimento de novas lesões.

A escleroterapia pode ser feita através da injeção de substâncias esclerosantes nas regiões afetadas. O produto utilizado na escleroterapia é líquido e infiltrado dentro dos vasos por meio de micro agulhas extremamente finas. Ele provoca uma alteração na célula do vaso, fazendo com que o mesmo desapareça. Ou seja, o líquido obstrui os vasos vermelhos, fazendo com que o sangue busque outros mais saudáveis para percorrer. Depois de aplicado, o produto continua na circulação, atingindo os vasos maiores e sendo diluído pelo sangue, perdendo a concentração e, portanto, o efeito.

Outra técnica utilizada é a escleroterapia com laser, que elimina os vasinhos pela ação física da luz e calor nas microvarizes ou telangiectasias. Ou seja, um feixe de luz é emitido e absorvido pela hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio no sangue e pela sua cor avermelhada. Essa absorção faz com que o sangue coagule, levando a veia a entrar em colapso e fazendo com que o organismo, naturalmente, a absorva.

O procedimento de escleroterapia é feito em ambiente ambulatorial e, geralmente, a dor é tolerável. O número de sessões varia de quatro (4) a cinco (5), para um resultado significativo.

No pós-operatório, recomenda-se que o paciente use meias elásticas e repouse com os membros elevados. Além disso, é preciso que se fique um período sem tomar Sol e sem fazer atividades físicas.


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